sábado, 31 de dezembro de 2011

Para os meus amigos e amigas do santa Teresa/São Luis

Na sala, no meio de uma aula de física, dois elementos iniciam um bate-boca...

de repente não mais que de repente...

Eu soquei a mão no porco,
e o porco me mordeu,
o Ronam admirou-se,
da mordida que o porco deu...

Ei, Tony deixe o porco em paz...
ele é gilete... mas é um bom rapaz...

essa musiquinha foi cantada em Portugues, Italiano e Espanhol musicada ao som de Another Brink the wall... Pink Floyd.

1988... eta ano bom,
nunca esquecerei...

sábado, 24 de dezembro de 2011

NATAL!





O Blog Poente de Fogo deseja a todos os seus seguidores, amigos e leitores um natal repleto de felicidade e um ano novo recheado de bençãos e realizações.
Que nosso amado Deus nos ilumine e guarde a todos e que afaste de todos nós os fantasmas da doença, da tristeza e da dor.
Que o Espirito Santo nos ilumine e nos ensine a conviver em paz conosco mesmo e com o próximo.

É o que a Família Poente de Fogo deseja a todos!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Memorias do ano de 2011

O ano de 2011 foi atípico, um ano que não correspondeu as expectativas do que foi semeado e cultivado durante todo ano de 2010, a lavoura que estava pronta, esperando apenas o golpe do ceifador, se perdeu ainda em janeiro.

2011, ano dos compromissos não cumpridos: Anos das amizades perdidas, das dividas não pagas, dos cheques devolvidos, do insucesso nas iniciativas comerciais, da perda da confiança nas pessoas que mais acreditávamos.

2011, ano que tinha tudo pra dar certo: o ano que poderíamos ter colhido uma excelente lavoura, e mesmo que o fantasma do insucesso profissional, tenha se mantido a espreita, os louros colhidos em 2010 certamente nos manteriam acalentados.

2011, o ano dos segredos revelados: O ano em que, sem querer, descobrimos que, de nada vale nossa autoconfiança, se o universo e os poderosos conspiram contra os nossos sonhos e anseios; que a traição é inerente ao ciúme e ao amor e que o insucesso profissional reflete no casamento e em todas as relações familiares.

2011, foi o ano em que a queda de um representou a ascensão de outro, e que descobrimos que quem esta subindo a ladeira jamais quer estar perto ou se escorar em quem esta descendo, é sem duvida incoerente. Mesmo que seja nossa esposa.

2011, foi um ano atípico, um ano de total inércia, de refluxos, onde nem a nossa obstinação foi suficiente para nos manter firmes na busca de novos horizontes, de lutar pra construir novos espaços e novos rumos para as nossas vidas.

2011, foi um ano de provação e de tropeços, de vontades e desejos sufocados, de solidão, de angustia e dor, foi um ano de desatinos e incoerência, foi um ano de cor sombria onde fomos tocados pela insensatez.

2011, foi um ano que nos faltou juízo. Onde nossas decisões foram erradas pois estavam comprometidas com falsas promessas, meias verdades, em apego a ilusões criadas pelas nossas mentes saudosistas e inconformadas com as perdas.

2011, foi realmente atípico, foi um ano em que nos tornamos reféns, foi um ano de engolir sapos, de engolir as frases de soberba e de auto afirmação proferidas em 2010 quando tudo estava bem.

Assim, quando analisamos 2011, partindo de uma lógica que pondera apenas os aspectos ruins de 2011, certamente encontraremos “n” motivos pra dizer que o ano que finda em poucos dias, foi um ano de fracassos e desilusões, principalmente quando em nossas vidas, ele representou o refluxo se considerarmos os sucessos e vitorias de 2010.

No entanto, quando enxergamos 2011 sob uma logica proativa:

2011, também foi um ano atípico se considerarmos que, apesar das turbulências nós fomos capazes de nos reaproximar das nossas famílias de sentir a presença e o apoio das pessoas que realmente nos amam.

2011, foi um ano de reflexão, neste ano fomos capazes de perceber por nós mesmos, que o mundo e o sucesso de 2010, nos aproximaram de pessoas de todo tipo, e que muitas vezes nos afastamos daqueles que são realmente nossos amigos, assim, neste ano foi possível separar o joio do trigo.

2011, foi o ano que nos permitiu enxergar que nós não somos auto-suficientes, que nós não somos os donos da verdade, que nós não somos perfeitos e nem inteligentes o suficiente para não sermos enganados. Assim precisamos estar ao lado de boas pessoas, nossa familia e principalmente daqueles que tem mais experiencia de vida que nós.

2011, foi o ano onde foi possível percebermos que fomos e somos apenas “peças num jogo de xadrez”, que os interesses são muito maiores do que fomos capazes de perceber e que, no fundo no fundo, também fomos, no passado, marionetes de poderosos manipuladas no jogo do poder e descartadas quando não somos mais necessários.

2011, foi o ano em que percebemos quem são nossos verdadeiros amigos, pois esses, estiveram o tempo todo nos apoiando na adversidade de 2011.

2011, foi o ano em que percebemos que o mundo gira e que a falta de dinheiro e poder nos coloca ao lado de todo mundo, foi o ano de percebermos que nossas decisões e caminhos poderiam ser mais amenos se a soberba e o excesso de auto confiança, não nos tivessem dominado.

2011, foi o ano em que nós tivemos de pedir piedade, de nos aproximar de Deus e de retornamos a casa de nossos Pais.

Enfim, 2011, pode não ter sido nada disso pra muita gente, no entanto, peço que reflitam nestas palavras... pois apenas ponderando os nossos erros e acertos nos anos que já passaram é que poderemos construir um 2012 muito melhor pra todos nós.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

“LIBERTAS QUAE SERA TAMEM”

A maior glória de um povo é a liberdade. Liberdade de sonhar, de caminhar, de lutar, de escolher seus próprios caminhos. De ousar, crescer e amadurecer seguindo o curso da natureza. É muito triste ser subjugado, humilhado, tratado como servo. Muitas vezes até tratado como quem existe apenas como estoque, prateleira, depósito, dispensa ou mesmo como um almoxarifado. É como me sinto agora. Subjugado, amarado em uma locomotiva que não quis embarcar. Arrastado pela corda da legalidade, em tons amarronzados da democracia que legitima, muitas vezes, a vontade dos mais fortes que dominam a direção da máquina. Dominado pela maioria que não me representa.
Imaginem Portugal dizendo não a emancipação do Brasil, as nações européias dizendo não à liberdade das colônias africanas no século XIX e XX, o Iraque dizendo não aos curdos, a Alemanha dizendo não aos judeus e depois os judeus dizendo não aos palestinos. Todas essas comparações têm semelhança. O poder de tirar a liberdade de um povo avançar.
Hoje me senti como uma colônia, hoje entendi um pouco mais como pensam os curdos, os palestinos, os povos governados por outros povos.
A campanha plebiscitária deixou uma certeza, os Belenenses trataram a nós, Carajaenses, como forasteiros, como outro povo, vindos de fora. Trataram-nos como usurpadores, como invasores. Se o Pará já era dividido, os Belenenses esclareceram essa divisão. Ofenderam-nos e distanciaram-se de nós. Querem-nos como servos, querem as riquezas de nossa terra, mas não nos querem como parceiros. Reclamam do calor, reclamam das estradas, da poeira e do barro. Os Belenenses nunca ousaram enfrentar o que nós, Carajaenses, enfrentamos.
Embora muitas vezes o não representa a necessidade de parar, no caso do plebiscito, o Não assemelha-se aos dos pais que não aceitam os filhos tomarem seu próprio rumo. Ao do cônjuge que não respeita a vontade do outro ir embora. Um não simplesmente. Não e Não. Simples e abrupto típico de quem não ouve, não pensa e nem tem interesse em discutir um assunto.
Nós ocupamos essas terras, descobrimos as riquezas, padecemos, lutamos, usamos o que outros não quiseram ou achavam que não valia pagar o preço. Nos Carajaenses, mesmo vindos de outras regiões do Brasil, amamos essa terra, não a difamamos como os Belenenses o fazem.
O Pará hoje é sim um gigante. Cansado, doente e analfabeto. Um gigante com pés de barro, que ainda espera para ser atendido nas grandes filas do SUS. Um gigante de feridas abertas pelo desleixo do seu próprio tamanho. Um gigante com a baixa estima de ser achincalhado de vez em quando em rede nacional. Umas vezes por matar seus filhos na Santa Casa, outras vezes por prender mulheres nas mesmas celas de homens, muitas vezes por freqüentar o topo das péssimas estatísticas de saneamento, de criminalidade de índices de IDH. Um gigante maltrapilho que não aceitou uma grande oportunidade de se curar.
O tempo mostrará as rachaduras do Pará Grande. Como grande foi o Império Romano que o próprio tamanho o destruiu. As rachaduras culturais invisíveis como as manifestações de um povo, as rachaduras geográficas, sociais. O Carajás não é a terra do carimbó, nem do tecnobrega, muito menos do tacacá, ou do Círio de Nazaré. Esses costumes talvez o centralismo político nunca vá impor à terra Carajaense.
Não temos identidade com o Ver-o-peso. Identificamo-nos mais com as cavalgadas, com os trajes de vaqueiro, com o sertanejo de viola, o forro nordestino, com uma boa galinha caipira e churrasco. As rachaduras da unidade vão contrapor o Araguaia e o Tocantins à Baia do Guamá. Vão contrapor a cultura do dendê à criação de gado. Vão contrapor a busca da liberdade à imposição da unidade. Vão contrapor o sentimento de metrópole colonizadora à força de um povo que deu seu primeiro grito de emancipação.
Que gritem o povo de Carajás: “liberdade ainda que tardia”, e sendo a democracia que dá o direito até de abortar sonhos, nos dá também o direito de dizer não, a todos que disseram não a nossa liberdade, e ao nosso direito de trilhar nosso próprio caminho.

Paulo Rogério de Almeida
Historiador/ Engenheiro Ambiental e Esp. em Educação Ambiental.

CARAJÁS! - O SONHO DE UM POVO QUE CONTINUARÁ SONHANDO...


Longe de estar tentando tirar “louros” da derrota a qual fomos nós, os mais de 1.185.000 forasteiros, submetidos no dia 11 de dezembro passado, deixo aos meus leitores a seguinte pergunta:

-Quem perdeu?

Na minha singela opinião, todos nós perdemos. O Pará perdeu, Carajás perdeu, Tapajós perdeu. Mas quem perdeu mesmo foram os políticos que negligenciaram e deixaram a mercê da situação um projeto tão importante como esse.

Fico lendo e ouvindo comentários de meninos e meninas que mal saíram das fraudas, insinuando proposições medíocres retiradas de velhos chavões da antiga esquerda revolucionaria tentando ensinar-nos o que fazer e o que pensar. Ora, fui da esquerda revolucionaria mais de 50% da minha vida útil e aprendi dolorosamente que não adianta vender idéias importadas da velha URSS, da velha China, da Velha Albânia e ou pior, idéias que se quer foram testadas. Que se perderam a luz da historia, e das contradições por elas criadas.

Eu cresci, eu constitui família eu vivo e sobrevivo com a forca de meu trabalho e nada mais é gratificante do que isso. Aprendi com a vida, com os meus erros, com os meus acertos, com o apoio das pessoas que me querem bem e com o desdém daqueles que me odeiam ou me querem mal. Lamento muito hoje, o fato de ter perdido tanto tempo lutando por utopias que me privaram de oportunidades que jamais terei novamente.

São esses antigos projetos e velhas idéias travestidas de novas indumentárias, que velhas e famigeradas raposas incutem na cabeça desses pobres meninos estudantes que viram militantes da esquerda universitária, acham o Maximo. Passam então, a fazer discursinho de papagaio nos corredores das universidades e faculdades pagas pelo bolso do PAPAI, ou melhor, do trabalhador que se mata pra ver o filho formado.

Foram eles, aliados a velha direita demagógica que nos derrotaram agora pouco, foram os que vem pro nosso sul e sudeste encher os bolsos de dinheiro e de votos, os culpados pela ilusão creditada pelo NÃO na cabeça de pessoas que nem são, nem foram e nem serão beneficiadas pelos projetos políticos deles. Eles nem conhecem a nossa realidade. Atiraram no pé.

Quanto aos nossos omissos políticos, bom, creio que jamais nos esqueceremos deles...

Dos fujões, dos foliões e outros ...

Não vamos nós, os derrotados forasteiros creditar a nossa derrota ao Jatene, ao Almir, a Ana Julia, ao Jader ou Paulo Rocha.

O Propósito do Governador é manter a integridade do Estado. Ele o fez! Os outros são de lá também, são políticos nascidos e que tradicionalmente pertencem aquele nicho. A culpa da derrota foi plantada dentro de nossa terra, através dos que optaram pelo “não” iludidos pelos ideais partidários, dos políticos omissos e covardes que tem interesses em apoio dos governantes metropolitanos, pela timidez de nossa campanha que pouco fez nos municípios do entorno do grande centro metropolitano de Belém, da falta de um envolvimento maciço de nosso segmento empresarial, que como sempre ficou esperando o resultado, de nosso povo que deixou de votar e finalmente o maior e crucial elemento que selou a derrota, certamente foi a conjuntura nacional, a decisão do judiciário que levou o plebiscito ao Pará inteiro e com isso colocou em discussão muitos interesses o que também nos remeteu a velhos conflitos.

Novas eleições virão. Espero que com elas, a união de nosso povo do sul e sudeste.

Uma coisa fique bem clara pra todos eles, eu continuo sendo um Forasteiro e como eu, muitos outros. NÃO SOU PARAENSE. Fui considerado por eles pessoa não grata, mutilador do Estado e outras coisas mais.

A semente da divisão já virou arvore e o embate será maior a partir de agora.

Ei, todos vocês que acreditam que o Estado precisa de um novo Modelo de Desenvolvimento: - Podem acreditar que o novo modelo não vira, tudo voltou a ser como antes (quase tudo) a esquerda voltou pra esquerda e agora é inimiga da direita, e como tal continuarão a serem ridicularizados.

Ei forasteiros que votaram no “não” não se enganem nós jamais esqueceremos de vocês. Ei vocês, políticos omissos! – Novas eleições virão e com elas novos resultados.

Espero que o povo não esqueça. Assim como eu e muitos esclarecidos.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Não concordo com esse tipo de coisa!

Tenho acompanhado muitos dos movimentos que tem por objetivo defender o "SIM" nesta campanha antecedente ao Plebiscito de 11 de Dezembro. Mas não concordo quando determinadas pessoas esquecem-se do nosso objetivo maior e passam a direcionar ataques a pessoas afins que por opinião estão do outro lado.

UMA COISA É CRITICARMOS AS IDEIAS QUE ELES DEFENDEM!
UMA COISA É DEFENDERMOS AS NOSSAS IDEIAS!

Vamos procurar levar esta campanha de forma limpa e correta, sem denegrir a imagem de ninguém.

sábado, 3 de dezembro de 2011

DO LADO DO "NÃO" OU O "NÃO" NÃO TEM LADO?

Recebi um comentário de um amigo, que diz que o "não" não é um lado vou responder esse comentário com uma grande sacada do livro do Ziraldo, o Menino Maluquinho".

"TODO LADO TEM UM LADO,
EU SOU O MEU PRÓPRIO LADO
E POSSO VIVER DO LADO
DO SEU LADO QUE ERA MEU"

as questões que me fizeram escolher sim, um lado esta pautada em analise cientifica, em vivencia social em entendimento cultural e militância ambiental. e como o Ziraldo disse, nós do sul do Pará escolhemos viver do lado ao lado do que também era meu...

É necessário...
Devemos construir um novo tempo pra nossa região e pro nosso povo.

Você também defende um lado, e com certeza e o lado que deve acreditar. Equivocadamente, na minha opinião, o lado errado, pois não é o lado da maioria do povo que está a sua volta (ampla maioria). A historia vai te dizer isso... o povo não esquece... esta aprendendo a se lembrar!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pergunta que não quer calar!

CADÊ O TIÃO?
SERÁ QUE ADERIU A CAMPANHA DO NÃO?
- Pois é gente...
pode ser liderança local, mas depois do plebiscito, independente do resultado, ele certamente jamais será uma liderança estadual (pelo menos é o que dizem)!

BRINCA COM NÓS NÃO POVO DO NÃO! - Nós somos fera!

João Salame e Lira Maia demonstraram no debate de hoje na RBA muito conhecimento, preparação politica e boa argumentação na defesa de nossa região e de nosso povo. UNIDOS Carajás e Tapajós vão fazer a diferença, a coerência e a verdade pois temos políticos preparados para o que der e vier.
Discursório besta o dos contrários... cheio de falacias e rasteiras com palavras de mote popular e emotivo:
-Parazinho;
- Esquartejamento;
etc.

Apelos emocionais que buscam desesperadamente o voto das pessoas simples, humildes e de pouco estudo...

ESSE TIRO PODE SAIR PELA CULATRA.
o povo está começando a se conscientizar!

Na Certeza da derrota ainda apelaram pra tentar queimar o nosso Deputado e líder da comissão pró Carajás, que exerce a vice liderança do Governo na Assembleia com o Governador...

O João foi fera, pra não falar fod... respondeu no mesmo tom: - "somos aliados, mas não sou PUXA SACO"!

Pega essa velho...
vão estudar o discurso de vocês papagaios...

Não entendo os Trotkistas do PSOL que estão do lado do não!

Será que a politica deles é a do "quanto pior melhor pro Pará e pros interesses partidários?"


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Filosofia de Bêbado e Barzinho...

Quatro amigos já um tanto embriagados sentados no conhecido Bar Galetão, aqui no Novo Horizonte comentavam avidamente suas relações conjugais, quando um quinto elemento se aproximou e passou a escutar a conversa.
De repente este elemento pediu pra falar e compartilhar com eles a sua experiencia própria. Vejam só no que deu:

"Meus amigos vocês podem acreditar no que vou dizer, mulher que ta falando mal do marido é rapariga pois esta falando mal porque já traiu o marido com outro ou porque esta querendo trair"

Perplexos os quatro companheiros calaram-se...
De repente o mais afoito respondeu: É nesse caso todo mundo mundo é corno porque não conheço uma mulher sequer que não reclame do marido.

Resta-me perguntar aos leitores do Blog: O que vocês acham?

Novos Rumos para a SEMA Estadual

Corre a "boca miúda" que vamos ter mudanças no comando da Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA, rumores no alto escalão do Governo Estadual afirmam que Tereza Cativo , atual Secretaria de Meio Ambiente estará sendo substituída pelo Sr. Colares, que como ela mesma, goza da mais alta confiança de Simão Jatene.
Colares, que até então comanda o IDEFLOR vem ao longo deste ano conquistando a simpatia e a confiança dos funcionarios daquele órgão. Outra faceta dele e ter dado celeridade e agilidade as ações desenvolvidas pelo IDEFLOR o que tem facilitado e potencializado a relação entre governo e setor produtivo.
Para substitui-lo fontes apontam o Engenheiro Agrônomo Benito Calzavara técnico do BASA que vem atuando diretamente na relação daquela fonte de financiamento junto aos projetos de reflorestamento.
Vamos aguardar a concretização destes movimentos, mas desde já acreditamos que ambos os nomes oportunizarão um diferenciamento na relação dos órgãos com os seus clientes diretos, creio que, no caso do IDEFLOR para continuidade das ações que Colares já vinha desenvolvendo e no caso da SEMA para melhorar a relação com o Setor Produtivo fragilizada pela postura dura de Tereza Cativo.
Acreditamos que Rubens Borges, atual Adjunto da SEMA, permanecerá no cargo, dado ao bom senso e competência técnica do mesmo, já comprovada pelo Governo.

sábado, 19 de novembro de 2011

SIM 77 - e não me venha com chorumelas!

Meu Brother Alexandre Rosa escreveu esse comentário no face, vale a pena reproduzi-lo aqui:

Os argumentos da campanha do Não são os argumentos da elite que se beneficia com a situação atual, e ela é apenas uma minoria. E acredito que a população que vota no NÃO ainda não entendeu isso. A redefinição do pacto federativo vai mudar a história do Brasil e a nossa em particular. Não tenho dúvidas de que daqui a alguns anos o próprio Amazonas seguirá esse caminho, porque ele é o melhor administrativamente falando... Quando agente cita a história do Tocantins e Goiás, estamos falando de história, daí que foi precioso o estudo feito pelo Célio Costa, que foi o mesmo que fez o estudo de viabilidade do Tocantins e ja deu o aval para a divisão do Pará também. Goiás cresceu mais que o Pará, mesmo depois que Goiás se dividiu, e inclusive o Tocantins que era a parte pobre do Goias cresceu mais do que o Pará...

Anonimo se manifesta sobre Gestão da URE3 da SEMA em Marabáá

Recebi a postagem que vou abaixo transcrever de uma pessoa que preferiu não se identificar, no entanto, por se tratar de um comentário que pauta acusações feitas a minha pessoa pelo ex-coordenador da Unidade Regional da SEMA/URE3 Marabá, o Sr. Zacarias decidi torna-la publica, pois nem sempre os lobos travestidos de cordeiros são desmascarados. Pessoas como eu acabam recebendo calunias, tendo seus nomes difamados aos quatro ventos das mais diversas formas, enquanto os verdadeiros culpados são acobertados pelo sistema.
Cabe ressaltar que não me responsabilizo pelas acusações feitas ao Sr. Zacarias, não disponho de provas que as justifiquem nem o tenho como "persona" não grata. Ficando pois, para a sociedade o julgamento da transcrição.

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "URE3/Sema - Carajás Marabá tem novo Coordenador":

Tony, sou produtor da região e sou também conhecedor dos avanços alcançados por você no periodo que ficou a frente da Regional da SEMA de Marabá. Mas gostaria de tecer alguns comentarios sobre a Gestão deste rapaz ao qual você parabeniza por ter assumido a Gerencia da Regional. Esta semana após uma conversa com um amigo meu também produtor da Região fiquei sabendo que o Sr. Zacarias se utilizava de sua capa de "bom moço" para estorquir quem o procurava para resolver problemas pertinentes a processos protocolizados na Regional de Marabá. O fato é que ele pintava aos 4 cantos da cidade que você, Tony era o corrupto, porem , por debaixo dos panos ele fazia negociatas e condicionava a liberação de processos mediante pagamento de propinas a ele proprio. Além disso fiquei sabendo através de servidores do alto escalão da SEMA que o afastamento dele se deu justamente por ter chegado ao conhecimento da Secretaria tais esquemas de corrupção, a qual determinou imediatamente que o "bom moço" fosse expluso do cargo.
Para concluir Tony, gostaria que você fizesse juz a indignação de todos nós "produtores da região" e levasse esse comentario à planicie do seu blog, para que todos saibam e conheçam o verdadeiro mal caráter que por ali ja passou.
Segue inclusive uma sugestão de Titulo:
"O Propinoduto da SEMA Marabá".

Um abraço, receba os nossos cordiais agradecimentos pelo respeito e competencia com que você conduziu aquela Regional.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Às portas do Inferno Dantesco

Segundo Dante, ao adentrar no vestíbulo do Inferno, as almas condenadas deparar-se-ão com esta inscrição ameaçadora e desesperadora:

"Por mim se vai à cidadela ardente,
por mim se vai à sempiterna dor,
por mim se vai à condenada gente.

Só justiça moveu o meu autor;
sou obra dos poderes celestiais,
da suma sapiência e primo amor.

Antes de mim não foi coisa jamais criada
se não eterna, e, eterna duro.
Deixai toda esperança, ó vós, que entrais."


Meu Deus dá medo né? - Por isso como diz certo trecho da Bíblia sagrada do qual não me recordo o autor, nem o capitulo e nem os versículos: "Desenvolvei sua salvação com temor e tremor..."

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A Decisão de Adnarim e as Articulações da Eleição da Republica de Abaram

Por: Benedicto Arueira Neto (ou como dizem: - "O Jovem Barão")


Abaram estava em festa, os preparativos para o anuncio do candidato real a presidência da republica era motivo de comentários no reino inteiro, todos esperavam a decisão de Adnarim que propositalmente escondia de todos, até dos mais íntimos a sua decisão. Um candidato já Estava definido, e por toda a classe de servos era o real preferido.

Enquanto a nobreza aguardava e se preparava para a grande festa do Rei Adnarim, eram constituídos os Partidos Políticos, essa nova realidade trazia de certo, também uma grande movimentação, pois as articulações eram propicias a todos independente de sua condição de classe ou situação econômica. Os Partidos políticos que foram constituídos em Abaram e seus respectivos representantes:

- O Rei Adnarim criou o PTA – Partido Trabalhista de Abaram; onde foram congregados a maioria do secto de Adnarim;

- PPSA: Partido Popular Socialista de Abaram - que agregava além do Barão da Imprensa Emalas Oaoj, um aliado de Adnarim que recente mente havia sido constituído Senador do Imperio e que concorria as graças de ser o candidato do Rei;

- PDTA: Partido Democrático Trabalhista de Abaram que agregava Al Arier ref Senadora , Al Irucaf ex – Barão reflorestador e Macujopi Olati Principe da Produção Industrial que era parente distante de Adnarim e que também concorria as suas graças;

- PTVA: Partido do Trabalhador Vermelho de Abaram – neste partido era congregado toda a esquerda republicana e comunista do reino, tinha como representante máxima a Senadora Imperial Netac Net Etedanreb também conhecida como Baronesa Vermelha;

PSCA: Partido Social Cristão de Abaram que congregava os aliados do ex- regente o Marques de Nova Morada Seah-lagam Oniruam naqueles dias mais conhecido como o Pai dos Pobres e Desventurados ou “O Bocó”;

PVVA: Partido Verde da Vergonha Abaronesa que congregava a Senadora Ocirema “a Raivosa” entre outros;

PMDA: Partido do movimento Democratico Abaromes: Que congregava uma importante família de Principes e Barões já a muito desprovidos do Poder, mas que, com a republica tinham por fim, a oportunidade de retornar a vida publica e retomar algumas partículas de poder. Os Nartums.
Existiam é claro outros partidos, que apesar de importantes na construção desse processo democrático de eleição, eram nesse momento coadjuvantes.

A Festa da Decisão de Adnarim

Exatamente trinta dias depois do anuncio e da publicação dos critérios para a escolha do candidato real, que fora chamado de “Decreto do Osac Axup” finalmente estava tudo pronto para a grande e pomposa Festa.

O Castelo estava todo enfeitado com as mais finas ornamentações, foram importadas rosas douradas, elegantes cortinas adornadas com fios de ouro puro e pedras precisas vindas dos mais distantes recantos de Abaram e do Exterior. As comidas típicas de Abaram, os pratos prediletos do Rei Adnarim.

O Próprio Rei foi em pessoa o responsável pela escolha da decoração demonstrando uma sensibilidade antes nunca vista por ninguém e uma delicadeza quase feminina que lembrava a criança franzina e “andrógena” que fora outrora.

O castelo receberia ao nata da nobreza e a grande burguesia ascendente de Abaram e do lado de fora separada por fios de arame farpado decorado com flores de plástico, de fino e bom gosto telões foram instalados, um palco fora montado, muito churrasco e toneis de cerveja distribuídos para o grande publico, ou melhor, para os cidadãos e servos. Esperava-se muita gente, considerando que o próprio Rei havia decretado ponto facultativo em todo os órgãos do reino e liberado o transporte de carruagens populares para que todos pudessem ver e ouvir o grande anuncio.

É claro que, os homens de preto, com cadernos de ponto, estavam estrategicamente postos em guaritas nas entradas do pátio do castelo, de onde confirmariam a presença dos funcionários públicos do reino, ai a gente imagina...

... Ai ai, quem não estivesse presente cairia no chicote real.

Bom, mas isso não em caso, considerando que o chicote era inerente a todo e qualquer cidadão, nobre ou servo, caia todo mundo mesmo. Bastava o chefe estar de mal humor, principalmente quando perdia seus brinquedos.

Enfim...

A festa. Os Arautos reais anunciavam a presença dos nobres e burgueses quando estes adentravam ao salão.

Vinhos finos, bebidas de toda sorte e gosto eram oferecidas acompanhadas de petiscos deliciosos, grupos de barões e burgueses se formavam de acordo com os interesses postos e torciam para que os seus prediletos concorrentes caíssem nas graças do rei.

Meio acabrunhado e com um olhar distante o nosso Príncipe da Produção ostentando um imenso charuto cubano era cumprimentado por simpáticos burgueses aos quais cordialmente retribuía baixando sua cabeça em sinal de respeito.No entanto percebíamos que estava um tanto preocupado. Diziam as más línguas que na semana anterior Macujopi Olati foi convocado por Adnarim juntamente com Emalas Oaoj para assistirem ao filme predileto do Rei, juntamente com seu espelho, toda vez que Adnarim iria sabatinar alguém e cobrar sua fidelidade ele assistia o filme o “ Segredo dos caubóis da Montanha”. Desde esse fatídico episodio o Principe estava afastado das decisões reais.

Conversas, risos, brindes, cenas de ciúme e buchichos invejosos, tinha de tudo dentro e fora do palácio.

Soam as trombetas, o arauto anuncia:
Eis sua Graciosíssima Graça o nosso Amado, Idolatrado Rei Adnarim I nos dá o ar de sua maioral presença.

-todos Baixando a cabeça em posição de sentido estendem o braço esquerdo e dizem em uma Salve, Salve o Rei Adnarim I nosso Trator.

Ostentando um mando Rosa choque adornado com fios de ouro e pedras precisas adentra ao Salão real o pomposo Adnarim, suas vestes eram Brancas com listras azuis, a peruca tradicional na qual era fixada a coroa exibia longas madeixas “loiras”, bom...
...como se diz em bom abaromês “ues o met um adac uc men euq e otsog” e pronto, ninguém podia falar nada mesmo, se não caia na chibata real e assim foi no passado e dizem os céticos, será no futuro.

O Discurso de Adnarim.
O Arauto mais uma vez anuncia:

-Com a palavra nosso Rei:

EDUAS AD OARAB O AIERROC ORDEP ECIV A OTADIDNAC OMOC ODNET EMALAS OAOJ LAIREPMI RODANES O ORIEHNAPMOC UEM O OGIMA UEM O ARES ETSE ONROTER ORUTUF UEM O MOC UETEMORPMOC ES, E MIM A AICNEIVRESBUS, EDADILEDIF UORTSNOMED, OCAS O UOCITSE QUE ELEUQA, OTADIDNAC UEM MISSA . IER O UOS, ODUT UOS, ODUT ED IES UE UEQ MEBAS SIOP SODOT A ARADARGA, AZETREC MOC EUQ, OASICED AHNIM IERAICNUNA ETNEMLANIF EJOH. IHLOCSE OMSEM UE EUQ SOIRETIRC SO ODNUGES IEILAVA EDNO, OAXELFER ADNUFORP ED SOTNEMOM ROP IESSAP EDNO SEM MU SOPÁ, OVOP ODAMA UEM.
...OTIM OHNET E...

Mais uma vez o arauto grita: Uma saúda de palmas ao Rei, ao seu imperial candidato e vice.
Pla, pla pla, pla pla......